CRESCIMENTO DE CENTROS DE DADOS NA AMÉRICA LATINA DE 61% DURANTE OS PRÓXIMOS TRÊS ANOS DARÁ ESPAÇO PARA DEFICIÊNCIA
Londres e Buenos Aires – 24 de fevereiro de 2010 – Um novo relatório da empresa de consultoria internacional BroadGroup prevê um crescimento de espaço de cerca de 61% pelos 7 mercados principais em 2014. Isso ainda deixará um espaço para a deficiência depois da expressiva terceirização empresarial. Em um novo relatório publicado hoje, Centros de Dados na América Latina – Competição, Geradores de Demanda e Crescimento, o BroadGroup prevê crescimento setorial sustentável pela região. Este é o primeiro relatório que avalia o mercado da América Latina para centros de dados e que identifica as principais tendências pelos sete mercados mais importantes: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Panamá e Peru, com um total de mais de 200 centros de dados (excluindo-se centros de dados de empresas). O relatório constata que, embora o negócio de centros de dados tenha florescido grandemente nos últimos dois anos, os desafios significativos de infraestrutura estão na dianteira, particularmente aqueles resultantes da falta de investimento pelas empresas de serviços públicos na transmissão de força, mas também uma falta de diversidade na oferta. A pesquisa sugere que a evolução do serviço de centros de dados continua pela região e que o crescimento será bem intenso em São Paulo e em Santiago do Chile, onde as economias permanecem mais previsíveis. Tendo vencido a última crise financeira global, as economias da América Lática estão ganhando um novo ímpeto. Estas economias não são homogêneas, mas os centros de dados vêm, em geral, se saindo bem pelas áreas metropolitanas de São Paulo, Buenos Aires, Rio de Janeiro, Santiago do Chile, Cidade do México, Queretaro, Monterrey, Bogotá, Lima e Panamá. Não considerando a Argentina, existe a comprovação de investimentos em novos centros de dados. O relatório sugere que não há ameaça de oferta em excesso de instalações e, na maioria dos casos, poderia haver deficiências de espaço nos próximos poucos anos. “A América Latina é uma encruzilhada para mudança nos centros de dados”, comentou Pablo Diantina, gerente de pesquisas do BroadGroup América Latina. “As empresas mudam para a terceirização, que é uma tendência importante identificada na pesquisa do relatório, as instalações disponíveis estão sendo atualizadas, mas os modelos de negócio usados em geral são antiquados. É necessária a especialização em centros de dados para o gerenciamento deste processo e, embora esteja ocorrendo investimento significativo, acreditamos que, com base no crescimento do mercado atual e na expansão das instalações, em poucos anos haverá uma deficiência de espaço”. Cada país coberto pelo relatório contém uma taxonomia detalhada da localização do centro de dados por participante, capacidade de entrega de serviços, perfis de instalação de centros de dados e espaço total. O relatório também cobre questões críticas de infraestrutura e disponibilidade de força para cada um dos perfis de país e dos principais participantes.
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